O biscoito de polvilho é um clássico de Minas Gerais, vendido em padarias e nas praias do Rio. Leve, crocante e oco por dentro, esta versão doce leva um pouco de açúcar e erva-doce, perfeita para acompanhar o café.
Escaldar o polvilho
Despejar o líquido fervente sobre o polvilho cozinha parcialmente o amido e dá elasticidade à massa. Esse passo é essencial para os biscoitos crescerem e ficarem ocos.
Massa mole
A massa deve ser mole e pegajosa, quase como uma pasta, para passar pelo bico. Se estiver firme, junte um pouco de leite. Massa dura demais resulta em biscoitos pesados.
Forno quente e paciência
O forno a 200 °C faz a massa expandir rapidamente. Não abra o forno nos primeiros 15 minutos, ou os biscoitos murcham. Deixar esfriar com o forno desligado ajuda a secar por completo.
Polvilho doce ou azedo
O polvilho doce dá biscoitos mais leves e lisos. O azedo, fermentado, cresce mais e tem sabor marcante. Muitas receitas misturam os dois.
Naturalmente sem trigo
O polvilho é feito de mandioca, então a receita não leva trigo. Para quem tem doença celíaca, confirme a ausência de contaminação na embalagem.
Formato de argola
Para fazer argolas, faça um círculo com o bico de confeitar, unindo as pontas. Deixe espaço entre os biscoitos, porque eles crescem bastante. Os palitos são mais fáceis para iniciantes.
Perguntas frequentes
Por que murcharam?
O forno foi aberto cedo ou estavam úmidos por dentro.
Como manter crocantes?
Em pote hermético; se amolecerem, aqueça 5 minutos no forno.
