A pamonha doce é um dos símbolos da culinária de Goiás e das festas juninas. O milho verde ralado é temperado com açúcar e leite de coco, embrulhado na própria palha e cozido em água fervente até firmar.

Milho verde de verdade

A pamonha precisa de milho fresco, com grãos leitosos. Ao apertar um grão, deve sair um líquido branco. Milho de lata ou muito maduro não dá liga.

Palhas como embalagem

Separe as palhas internas, mais macias e largas. Dobre duas formando um copinho, encha, dobre a ponta e amarre bem. Barbante de algodão aguenta o cozimento.

Água fervente

Coloque as pamonhas apenas quando a água estiver fervendo. Em água fria, a massa vaza antes de firmar. Cozinhe em panela grande, sem amontoar.

Como saber se está pronta

Depois de 40 minutos, retire uma e abra: a massa deve estar firme e não grudar no dedo.

Trabalho coletivo

Em Goiás, fazer pamonha é evento de família, a “pamonhada”, em que todos ralam, enchem e amarram juntos.

Versões

Queijo, canela e coco ralado são acréscimos comuns.

Sem palhas suficientes

Se faltar palha, use saquinhos próprios para pamonha, vendidos em lojas de embalagens, ou papel-alumínio dobrado. O sabor fica um pouco diferente, mas a pamonha cozinha bem.

Servir

Morna, com café coado.

Perguntas frequentes

Posso congelar?

Sim, cozidas e frias, por até 3 meses.

Por que vazou?

A água não estava fervendo ou a palha estava mal amarrada.