O sonho é o doce de padaria mais querido do Brasil. A massa fermentada fica leve e fofinha depois de frita, e o recheio generoso de creme de confeiteiro, junto com o açúcar por fora, faz dele uma tentação.
Fermentação é paciência
A massa precisa de duas fermentações: uma depois de sovada e outra depois de cortada. Em dias frios, deixe crescer dentro do forno desligado, com uma vasilha de água quente ao lado.
Óleo morno
O sonho é frito em óleo mais baixo que outros doces, cerca de 160 °C. Assim ele cresce, doura devagar e cozinha por dentro. Óleo quente demais deixa o centro cru.
A faixa branca
A faixa clara ao redor do sonho é sinal de boa fermentação: a massa leve flutua e essa parte não toca o óleo. Frite poucos de cada vez.
Creme de confeiteiro
Cozinhe o creme até engrossar bem, cubra com filme em contato e deixe esfriar completamente antes de rechear.
Outros recheios
Doce de leite, goiabada cremosa e brigadeiro são variações muito pedidas.
Consumo
O sonho é melhor no mesmo dia. Mantenha os recheados na geladeira.
Açúcar que gruda
Passe os sonhos no açúcar ainda mornos, logo depois de escorrer. O calor faz o açúcar aderir. Se esfriarem, pincele levemente com manteiga derretida antes de passar no açúcar.
Perguntas frequentes
Posso assar em vez de fritar?
Sim, a 180 °C por 15 minutos; vira um brioche recheado.
Ficou pesado. Por quê?
A massa não fermentou o suficiente.
